Fotos & Factos

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Farol da Barra – Ilhavo

O projeto do Farol da Barra foi iniciado em 1885 pelo eng. Paulo Benjamim Cabral e concluído pelo eng. Maria de Melo e Mattos em 1893, tendo sofrido grandes restaurações em 1929.  

O Farol da Barra, situado na praia com o mesmo nome, é um dos ex-líbris do Município de Ílhavo, sendo visitado anualmente por milhares de turistas que, após uma subida de 288 degraus, se deparam com uma das melhores paisagens costeiras do País.

 À data da sua construção foi o sexto maior do mundo, em alvenaria de pedra, continuando a ser atualmente o segundo maior da Europa, sendo considerado o 26.º mais alto do mundo.

 Exibe uma imponente torre cilíndrica com 62 metros de altura, onde se situa a principal componente do farol. A sua potente lâmpada projeta um feixe luminoso visível a 22 milhas náuticas de distância (cerca de 40 quilómetros).

 Inicialmente, a principal fonte luminosa era obtida por incandescência do vapor do petróleo e só em 1950 passou a ser alimentado por energia elétrica.

 Construído à entrada da barra, esta admirável obra do século passado, passou a estar de vigia toda a navegação que até aí não dispunha de orientação, evitando que estas naufragassem nos bancos de areia. As embarcações da época eram frequentemente atraídas para terra, devido à ilusão de afastamento, provocada por uma costa muito plana com as primeiras elevações a grande distância do mar.

fonte  |  www.cm-ilhavo.pt

NO 16 CYCLE CAPS

É o qu`eu digo...

Hoje dou-vos a conhecer uma marca de bonés para ciclista a NO 16 CYCLE CAPS Ian Menzies, o homem por detrás da marca.

Bom, no mercado existem centenas de marcas de bonés, algumas bastante consagradas no mundo das bicicletas, porquê ter escolhido a NO 16 CYCLE CAPS para abordar este tema, perguntam vocês?!

É simples responder a essa hipotética questão… apesar de estar tão longe, espacialmente, a internet aproxima-nos de tudo e todos e foi assim, através do instagram e de um gosto numa das minhas fotos que conheci o trabalho do Ian. A partir daí houveram umas trocas de emails e cá estou eu a dar a conhecer uma nova marca, com um produto totalmente “handmade”, que surge da necessidade do seu criador encontrar um boné com o qual se identificasse totalmente!

Alguém que aposta na criação de um acessório para ciclistas, certamente também pedala… perguntei ao Ian se era um utilizador habitual de bicicleta e em caso afirmativo de que forma.

I cycle most days just to get around. I own 4 bikes, Bullitt cargo bike, Brompton for travelling, Mercier for coffee chasing, Peugeot Mixte for shopping.

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Com tantos produtos do género no mercado porquê mais um?! Interroguei-me qual teria sido o motivo para avançar com o projecto e coloquei a questão: Como nasceu a ideia de produzir bonés?

It was about 3 years ago in the middle of a heat wave when I decided I need a new cycle cap.                     I couldn’t find anything I liked in the local bike shop so I decided to make my own.                                    I just kept going. I have over 400 caps.

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Parece-me ter sido uma grande ideia, se não temos o que idealizamos, porque não meter mãos à obra e criar um produto à nossa imagem?!

Mas o que será que destingue estes bonés dos restantes?

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They are made in Australia, not China!

They come in 5 different sizes.

The seams are taped and not overlocked. for a super flat finish)

Amazing fabrics from Japan, Finland and Australia.
They are incredible robust

Parecem-me excelentes razões para optar por um modelo da  NO 16 CYCLE CAPS

Em jeito de fim de conversa sugeri que o Ian Menzies deixasse uma mensagem a possiveis interessados e foi esta a que vos deixou:

Please visit our web site!

site: http://www.no16cyclecaps.com/

facebook: no16.cyclecaps

Projectos assim merecem a nossa atenção, pelo que, convido a todos a visitar a página oficial, a página do facebook colocando um GOSTO e, porque não, adquirir um boné… o Ian espera por vós no seu “estaminé”.

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Brevemente regresso ao tema… até lá… boas pedaladas.

“É preciso fé para andar de bicicleta em Portugal”

É o qu`eu digo...

Li hoje esta crónica do Hugo Filipe Lopes e considerando que é muito boa partilho convosco… para ler e rir e também reflectir.

São vários os motivos invocados pelos arautos do Ciclo-Ateísmo para não utilizar a bicicleta como meio de transporte, sobretudo nas deslocações casa-trabalho-casa. O motivo invocado mais frequentemente é chegar suado ao local de trabalho. É um facto, se a distância for considerável e o ritmo elevado, o ser humano sua a pedalar, ao que me perguntam variadas vezes como é que consigo andar assim o dia inteiro, já que na maioria dos locais de trabalho não existe um duche disponível. Em vez de falar de desodorizantes e de mudas de roupa, pergunto-me como é que alguém consegue ficar fechado durante horas numa lata enfiada no meio do trânsito e não chegar ao destino a odiar a humanidade.

O segundo argumento mais invocado pelos Ciclo-Ateus é o do cansaço, se não cansa fazer 40 quilómetros todos os dias. Podia falar sobre como deve ser cansativo passar tanto tempo sentado ou deitado, e como a actividade física, outrora divertida, se tornou apenas mais uma tarefa mas pergunto-me se não cansará mais sair a correr de um lugar fechado com o escritório para outro lugar fechado com o ginásio para gastar dinheiro a fazer exercício que poderia ser feito a caminho do trabalho de forma bem mais divertida.

O terceiro postulado do Ciclo-Ateísmo é do perigo. Que é perigoso vir de bicicleta pela estrada (frequentemente a marginal) com aqueles carros todos a conduzir à maluca. Enquanto penso que, salvo o do Google, nenhum carro anda à maluca sozinho, pergunto-me se o inquiridor se referirá a si próprio ou ao resto do mundo e lembro-me das estatísticas de sinistralidade rodoviária e a que percentagem corresponderá os acidentes com velocípedes. Aqui seria fácil falar de haver algumas (miseráveis) ciclovias, trajectos alternativos, e de como é essencial ser abraçado pelo ar, sentir o vento na cara, apreciar a paisagem, apanhar sol e perceber como a nossa resistência facilmente aumenta e o corpo rapidamente se tonifica. Acima de tudo podia tentar explicar como é divertido pedalar até ao trabalho, como depois até sabe bem ficar sentado algum tempo, porque na hora de almoço pedala-se mais um pouco, e à saída faz-se o mesmo de volta para casa. Mas há sempre uma nova pergunta e não existe nenhuma resposta que seja melhor do que o empirismo. Claro que há sempre alguém que faz a pergunta clássica “Então e quando chove?”. Quando chove, molho-me.

fonte  |  http://p3.publico.pt/

Não, não é Cansaço…

Poesia à Segunda

Não, não é cansaço…
É uma quantidade de desilusão
Que se me entranha na espécie de pensar,
E um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo…

Não, cansaço não é…
É eu estar existindo
E também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo aquilo que nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.

Não. Cansaço por quê?
É uma sensação abstrata
Da vida concreta —
Qualquer coisa como um grito
Por dar,
Qualquer coisa como uma angústia
Por sofrer,
Ou por sofrer completamente,
Ou por sofrer como…
Sim, ou por sofrer como…
Isso mesmo, como…

Como quê?…
Se soubesse, não haveria em mim este falso cansaço.

(Ai, cegos que cantam na rua,
Que formidável realejo
Que é a guitarra de um, e a viola do outro, e a voz dela!)

Porque oiço, vejo.
Confesso: é cansaço!…

Álvaro de Campos, in “Poemas”
Heterónimo de Fernando Pessoa

Terra do pão, do biscoito e do… ciclismo!

É o qu`eu digo...

Em terra do pão mora o novo campeão! Rima e é bem verdade.

Já havia dado conta que por esta terra haviam campeões de ciclismo e ontem mais uma página na modalidade foi escrita a letras de ouro, inscrevendo no Olimpo do ciclismo nacional o nome de Rui Vinhas

A equipar de azul e branco, o que me deixa ainda mais contente, Rui, contra todas as probabilidades agigantou-se e levou para casa o prémio de vencedor da Volta a Portugal.

Parabéns Rui Vinhas, somos Porto… carago!

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imagem encontrada em  |  superportistas.com