Quando o Col du Galibier é o limite!!!

É o qu`eu digo...

Se quisesse resumir o vídeo que se segue numa palavra, só me ocorreria:

Absolutamente incrivel.

Pois, são duas!!! Acreditem que é praticamente impossivel fazê-lo numa só. É um vídeo bem conseguido esteticamente, com imagens lindissimas, uma produção de excelência, uma fotografia de cortar a respiração e uma banda sonora que nos cola à cadência da pedalada e ao deslizar das travagens.

Já todos andamos a bordo de uma single speed, ou algo parecido, uma bicla de marcha única, a tradicional bicicleta sem mudanças.

Temos, certamente, guardado na gaveta “sofrimento”, na memória,  o que acontece quando o raio de uma rua teima em inclinar ligeiramente!!! A tensão muscular a aumentar de tal forma que até julgamos estar num processo de metamorfose ao tipo Hulk, a camisa que ganha logo uma poça de suor, já para não falar dos olhos a quererem saltar das órbitas enquanto se rangem as dentuças. (acho que fui um pouco dramático!!!)

Bom, o senhor do vídeo, com uma bici de marcha única, com andamentos de 47/17, decide, talvez quiça, para se penitênciar dos males que tem feito ao mundo fazer a subidita ao alto do Col du Galibier, 2556 m!!! Se pensarmos que a “nossa” Serra da Estrela tem o seu ponto mais alto aos 1993 m e por comparação o Morro do Couto no Parque Nacional Itatiaia – MG/RJ – 2.680 m, é imaginar a batalha que este homem travou com a montanha!!!  (loucura, digo, bravura daquele ser)

Ganha a batalha e atingido o cume… uma descida estonteante numa bicicleta sem travões tradicionais!…

Numa palavra… absolutamente incrivel!!!

Obrigatório ver.

 

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2 thoughts on “Quando o Col du Galibier é o limite!!!

  1. É uma façanha digna de respeito, invocativa da heroicidade dos aventureiros nos primórdios da velocipedia, que nas suas pesadas bicicletas, movidas a puro músculo, apenas com o esforço das pernas escalavam montanhas num verdadeiro “halterociclismo”.

    Como deves imaginar já conhecia esta proeza, e são filmes assim que nos inspiram. No meu caso foram também as imagens e histórias dos cyclistas e suas machinas que me seduziram a “construir” a musa inspiradora que tanto prazer me tem dado nas puras pedaladas, no entanto aqui o velocipedista ainda não teve pernas para a levar ao cume do nosso mini-micro Col du Galibier, a rua D. Pedro V.

  2. Já levei a Dona Isaura a passear pela D. Pedro V e não me pareceu assim muito dificil!!! 🙂 Esqueci-me de mencionar que foi em sentido descendente… eheheh

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