Uma bicicleta que podia ser minha

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fonte  |  hopecyclary

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Fotos & Factos

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foto  |  nelson branco

Igreja Matriz de Campo – Valongo

“Iniciada a sua construção já no século XX teve sagração em 1910. De arquitetura neoclássica integra elementos da antiga igreja que existiu no mesmo local. Do seu interior faz parte o mais rico conjunto de imaginária barroca do concelho de Valongo. Destacam-se os altares em talha dourada e imagens de santos de grande importância dada a sua antiguidade. De destacar também o teto da capela-mor com caixotões historiados com Mistérios do Rosário e cenas da vida do seu padroeiro, S. Martinho. As paredes interiores da capela-mor possuem painéis azulejares e o corpo da igreja possui paredes e teto pintados. Numa das sacristias encontram-se azulejos figurativos do séc. XVIII, dispostos aleatoriamente mas que deixam antever a relação com a vida de S. Jerónimo. O corpo da igreja possui planta retangular de uma só nave e tem torre sineira. A frontaria é revestida a azulejo branco com ornamentação figurativa azul com motivos religiosos. Arquitetonicamente inspira-se na igreja matriz de Valongo e esta por sua vez na igreja da Lapa, Porto. Nas imediações do templo encontramos cruzeiro, casa paroquial, centro social e paroquial, assim como a quinta fronteira, Quinta do Visconde, implantada em terrenos do antigo passal e agora pertencente à paróquia.”

fonte  |  cmvalongo

Tomski & Polanski

É o qu`eu digo...

”Our philosophy is one of loving what we do and enjoying drawing it.”

Desenhos que viajam desde a República Checa pelas mãos de Tomski & Polanski, dois jovens ilustradores que se inspiram nas provas rainhas do ciclismo mundial, como o Tour, no Giro ou na mítica prova “Inferno do Norte”, a classica das classicas, Paris–Roubaix.

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fonte  | tomskipolanski.com

Feliz Dia para Quem É

Poesia à Segunda

Feliz dia para quem é 
O igual do dia, 
E no exterior azul que vê 
Simples confia! 

Azul do céu faz pena a quem 
Não pode ser 
Na alma um azul do céu também 
Com que viver 

Ah, e se o verde com que estão 
Os montes quedos 
Pudesse haver no coração 
E em seus segredos! 

Mas vejo quem devia estar 
Igual do dia 
Insciente e sem querer passar. 
Ah, a ironia 

De só sentir a terra e o céu 
Tão belo ser 
Quem de si sente que perdeu 
A alma p’ra os ter! 

Fernando Pessoa, in “Cancioneiro” 

É bom entrar o ano com pedalada…

Pedalada da Semana

Depois das festividades de fim de ano em que nada se fez para além de andar em volta da mesa a comer, depois de longos dias de chuva onde o sofá exerceu o seu poder magnético, o tempo decidiu dar um ar de sua graça e presentear-nos com dois dias de sol, ainda que, com temperaturas baixas, exigia-se então uma actividade física para desenferrujar e desengordurar! 

Saímos a montante do Areinho de Oliveira do Douro, mais concretamente no Cais do Esteiro, em Avintes, serpenteando por entre ruas antigas até alcançar, uma vez mais, o Rio Douro.

Esta ciclovia inicia-se junto à ponte do Freixo e leva-nos até próximo da ponte São João e  da ponte Maria Pia. 

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Embora a ciclovia termine nas imediações dos locais referidos é possível transitar de bicicleta ou a pé por este caminho paralelo ao rio, um percurso que alterna entre o paralelo e a terra batida e quase sem movimento de carros.

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Junto à ponte Luis I continuamos paralelos ao rio, por estrada, até ao cais da Afurada… a beleza deste percurso, por entre as pontes de Porto e Gaia, quase me fazia esquecer o frio que se sentia! 

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Junto ao estuário do Douro, onde a paisagem “dobra” em direcção ao sul, o rio dá lugar ao oceano, imenso, sem fim… com sol de frente, navegamos à boleia do vento norte pelas ciclovias de Gaia, até Espinho.

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Depois de Espinho seguimos até Esmoriz, aproveitando para percorrer a zona da Barrinha de Esmoriz e os seus passadiços que atravessam esta zona lagunar, de 396 hectares. 

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Estava “matado o bichinho” das pedaladas.

Face ao adiantado da hora e ao adiantado dos quilómetros, para o meu jovem companheiro de viagem, aproveitamos a facilidade de transporte de bicicleta nos comboios urbanos e seguimos até Vila Nova de Gaia, daí até ao ponto de partida são meia dúzia de quilómetros.

É bom entrar o ano com pedalada!