PR1 Trilho da Fenda da Calcedónia

Esta caminhada decorreu nos montes circundantes a Covide e Campo do Gerês. É um trilho pedestre denominado de pequena rota (PR), com uma distância aproximada de 10 Km. (Caso pretendam seguir à risca as marcações, todavia há a variante “à deriva” que vos pode proporcionar quilómetros, sem conta, a custo zero! – No nosso caso não foram muitos, mas foram duros… mas bons.)

5 horas aproximadamente para concluir o itinerário que é constituído por um traçado declivoso, que o torna de dificuldade elevada e de dificuldade extrema no interior da fenda. Este percurso desenvolve-se num enredo histórico-cultural marcante, pelas suas tradições comunitárias e antiguidades arqueológicas.

Este traçado, tem como alvo principal o mítico sítio arqueológico denominado “Fraga da Cidade”, que os letrados seiscentistas imortalizaram com o clássico topónimo de Calcedónia.

diz que é uma espécie de subida!

Depois desta pequena introdução vamos ao relato da verdadeira caminhada que entra directamente para o primeiro lugar das caminhadas feitas por este grupo, refiro-me à dureza. Depois da malta ter “mudado a água às azeitonas” no tasco da aldeia demos início à estirada através de um pequeno bosque que aos poucos deu lugar à uma paisagem montanhosa, onde predomina o granito (e como predomina!!!)

a bela (o bosque)

a besta (os “bloquios” de granito)

No cume, a paisagem é magnífica e os “paparazzi” fartaram-se de disparar. Parecia ter aterrado em Covide um “charter” vindo da China!

Por fim chegamos à Cidade da Calcedónia, à sua famosa fenda (e que fenda!!!). Deixo a minha opinião pessoal: Extremamente difícil para se fazer sozinho, Extremamente difícil para se fazer acompanhado, Extremamente difícil para se fazer com chuva, em resumo… Extremamente difícil.)

A fenda… (hoje estava bastante húmida)

Depois de extremamente arranhado, extremamente sujo, extremamente esfomeado… lá paramos, à saída da “racha” para o repasto… mas S. Pedro brindou-nos com granizo e chuva da boa… não faltaram os trovões e relâmpagos! Um convite a iniciar a descida sem delongas… E assim foi, adiado o almoço por instantes, começamos a descida. No entanto, o Sol deu um ar da sua graça e aproveitamos para encher o bandulho.

De barriga cheia e já na loucura demos aso à imaginação e iniciamos a descida “non-sense”, fora do trilho, que nos custou um par de quilómetros muito duros, derretendo tudo o que havíamos comido. De volta ao ponto de partida (intermédio) e na falta de indicações resolvemos regressar pelo percurso da ida.Pedro “McGyver” que havia, através dos seus poderes inter-estelares, conseguido aguentar a queda de chuva… após ter inalado o bálsamo que brotava de um pedaço de excremento… precipitou o dilúvio… resultado, alguns quilómetros debaixo de uma chuva medonha e um concurso de Miss t-shirt molhada.

Obrigado a todos pela vossa presença… valeu muito a pena… aqui fica a foto do grupo. Secos e menos secos… LOL

Os secos

 

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