PR6 – Caminho do Carteiro – Arouca

Desdobrável informatico

De volta a Arouca, mais precisamente Rio de Frades, para mais uma caminhada de uma elevada beleza e dificuldade.

Para os que se queiram aventurar a levar a efeito este percurso sugiro que deixem o carro um pouco antes do Largo da Aldeia de Rio de Frades (inicio oficial do percurso), 1 Km – junto ao cemitério local,  isto porque estacionar no local é um pouco difícil dado que  o “Largo” é um pouco exíguo. O percurso desde o cemitério até ao largo da aldeia faz-se por uma estrada asfaltada, quase sem desnível, bastante panorâmica… e permite fazer o “warm up” para os 6 Km seguidos de subida!!! Não se assustem, há uma boa notícia, o regresso serão 6 Km sempre a descer.

Briefing

o início

Aldeia de Rio de Frades (vista parcial)

 Da povoação de Rio de Frades, diz-se que foi fundada por frades jesuítas que ali procuraram refúgio na época pombalina, aquando da extinção das Ordens Religiosas. Em Rio de Frades, assentaram os alemães o seu centro da exploração mineira de volfrâmio, durante a 2.ª Guerra Mundial, que captavam em múltiplas minas abertas nos montes das cercanias. Essas minas foram abandonadas depois da guerra, encontrando-se hoje as construções desse centro mineiro em ruínas.

A partir deste ponto, inicia-se a subida até Cabreiros…

vista panorâmica da subida

casa típica – Aldeia de Cabreiros

À entrada do lugar, deparamos com a escola primária, edifício simples da década de sessenta do século passado, depois da qual tomamos o caminho da direita que nos leva até Tebilhão. O trajecto entre as duas aldeias é de rara beleza.

Entre aldeias – leiras em socalcos

“O lugar de Tebilhão situa-se no que alguns especialistas consideram um magnífico exemplo de vale em berço. Este lugar merece uma visita sem pressas. Espreitar as suas ruelas e recantos, sem esquecer a magnifica paisagem que, do lugar, se divisa, quer sobre Cabreiros, quer, mais longe, sobre os vales apertados do Rio de Frades e seus afluentes, é algo de imperdível.”

Tebilhão

Depois de atravessar a aldeia e percorrendo mais um km, aproximadamente, chegamos ao final (da 1ª parte) da jornada… Pausa para almoço e convívio…

pausa para almoço

Depois de retemperadas as forças, iniciamos o regresso… chegados novamente a Tebilhão fomos calorosamente recebidos por um habitante local que nos regou com o bom vinho da região e a bombástica receita anti.frio de bagaço com mel (não é red bull… mas parece)… ao fim de umas copadas dá nisto!!!

O frio aperta e tivemos de meter pés ao caminho… ainda fomos surpreendidos pela chuva mas nada que nos tirasse a boa disposição. Como a descer todos os santos ajudam rápido chegamos ao local de partida.

o regresso

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