Adios, adieu, auf wiedersehen, goodbye!

Do céu e do mar

Por motivos de ordem pessoal, social e profissional termina hoje a minha participação neste BLOG, motivos esses que não me têm permitido corresponder com a dedicação merecida e estar à altura do desafio de escrever todas as semanas.

Por isso, a partir de hoje o espaço fica em aberto e será certamente ocupado com uma boa lufada de ar fresco!

Agradeço a alguns a sua participação construtiva e sincera e a outros os momentos de gargalhadas.

Um beijo e um grande abraço aos meus amigos que por aqui passaram e deixaram também um pouco de si, e claro, porque os últimos são os primeiros, ao “inventador” do Blog e sua partenaire que permitiram através deste pequeno Blog de Burgo o meu voo para um lugar mais alto!

A gente vai-se vendo por aí… numa rua qualquer!

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O que eu vi em Valongo

Do céu e do mar

Provavelmente deixarei hoje mais de uma centena de leitores assíduos desanimados por não colar mais um pedacinho da saga do Mestre Interior, mas acreditem que a quebra se deve a um bom motivo e partilho convosco um poema gentilmente cedido por um grande amigo!!

POEMA SOBRE OS APELIDOS DE VALONGO

O que eu vi em Valongo

Vi um Queijo a beber

A lavrar terra um Furão

Vi um Rato a fazer pão

E um Gaio a tecer

Vi um Lobo a escrever

Petições em papel fino

E com grande desatino

Vi um Santo a dar murros

Um Ganso a tocar burros

E um Coelho a tocar sino

Vi um Sujo a limpar

Um Cuco a carpinteiro

Um Chibéu a sapateiro

E um Corno a barbear

Vi um Pego a costurar

E o que não fazem os mais

Um Mocho a dar jornais

Um Grilo a ferrador

Contarei para onde eu for

Para vergonha dos mortais

Vi em terra andar um Navio

Navegar sem dar trabalho

Vi em Janeiro um Borralho

Andar tremendo com frio

Vi na calceta o meu tio

Trata-lo com bem carinho

Vi uma Rola sem ninho

Uma Melra a jornaleira

Uma Raposa padeira

E um Pombo a beber vinho

Vi andar roto o Janota

Lá para os lados dos Bacelos

Vi de noite dois Camelos

A jogarem a batota

Ainda mais digo de nota

Vi um Conde a sapateiro

Um Pardal a funileiro

A servir uma carriça

Um Pisco a ajudar à missa

E um Duque a mestre louseiro.

Η υπόσχεση είναι υπόσχεση

Do céu e do mar

Zgodnie z obietnicą tutaj jest, ponieważ jest to tekst, że wiem, kto długo, przez dwa tygodnie!
Chrystus jest objawieniem energii Chrystusa w nas i tylko my możemy ją uaktywnić.
Najpierw połączyć się z naszym Mistrzem i wewnętrzny będzie prowadzić nas do zmiany powoli, a kiedy jesteśmy w pełni dostarczone i firmy w tym procesie, otwiera kolejne drzwi, które pozwoli nam połączyć się z Chrystusem Energii, ukryte w nas.
Kiedy Chrystus energii jest aktywna, aktywuje inny energii: Wiara jest gdzie będziemy wiedzieć, co naprawdę jest wiara, jak żyć i jak ją rozwijać.
“Wiara jest wynikiem naszych własnych wizji wewnętrznej boskości.”
Właśnie na tym aspekcie, że Stwórca umieścił w nas. To wiedzieć, trzeba najpierw skontaktować się z energii Chrystusa w nas. Wiary religijnej nie jest dogmat lub intelektualnej. To jest czysto osobistych doświadczeń i całkowicie duchowe. Ma do czynienia z wierzących, ale ma do czynienia z bezpośrednim kontaktem z Boskiej Energii, energii Stwórcy.

Acto IV

Do céu e do mar

(…)

“A nossa Alma só começará a emitir energia e informação quando o nosso Mestre Interno for o intermediário. Com a mente em silêncio, até podemos vê-lo e ele se apresentar de vários aspectos: um ancião, uma criança, um homem, uma mulher, um guerreiro, um monge, porque nossa mente concreta precisa de uma personificação para que possamos dialogar fluidamente.

Pode acontecer de ter aspecto de uma encarnação nossa em que estivemos muito coligados com nosso mundo interior e se apresenta neste aspecto para que possamos voltar a nos conectar como fazíamos naquela existência.

Quando estamos totalmente compenetrados e o Mestre começar a nos orientar e indicar os caminhos, aí começa o nosso caminho ao processo de transformação, o real processo de entrega, porque é quando começamos a compreender o serviço que devemos cumprir neste planeta, nos tornamos conscientes da nossa verdadeira realidade interior, e então começamos a activar a energia de amor que existe dentro de nós, ao redor, ganhando novas faces em nosso agir, pensar e até nosso corpo físico muda.

Novas portas se abrem e novos passos começaremos a dar.

Nos situamos à missão que nos trouxe a este mundo. Colocamos nossa energia nisso e começamos a trabalhar.

Quando o processo de entrega começar a se consolidar, efectiva-se um diálogo permanente como nosso Mestre Interno e ele passa a nos guiar permanentemente, toma todas as decisões e organiza nossa vida.

Ele nos colocará no aqui, no agora, no lugar onde devemos estar.

Então inicia outro contato interior. Mais um passo. Ele nos abre uma porta a viver uma realidade mais profunda: o contato com nosso Cristo Interno, que é o aspecto divino que existe em nós.”

E continuará…

Acto III

Do céu e do mar

(…)

“  Assim nos transformaremos através do amor, e não da dor, senão virão coisas de fora que nos deixarão no chão, nos golpearão o suficiente para nos fazer sofrer.

Essa é uma decisão pessoal, absolutamente pessoal.

Pessoas espiritualizadas ou não, as forças do mal atingem a todos igualmente e muitas vezes o Mestre nos dá apoio para que vivamos a aprendizagem e sairmos rapidamente dela, antes que nos consuma todas as energias.

Se nós o escutarmos, obedecermos e seguirmos, ficaremos na aprendizagem severa o menor tempo possível. Aprendemos e rapidamente saímos.

Como saber se estamos conectados com nosso Mestre Interior?

Basta observarmos como estamos transformados no último ano, se continuamos pensando as mesmas coisas, se continuamos julgando as pessoas, se estamos com as mesmas dificuldades da vida, afastado e não perdoando alguém, se não compreendemos os nossos filhos, se pensamos que as outras pessoas só fazem coisas ruins.

Devemos avaliar tudo e ver se hoje somos uma nova pessoa.

Se não, é porque não conectamos com o nosso Mestre Interior, mas  estamos focados no nosso plano mental, bem firmemente.

Se estamos conectados, começamos a perceber o que estamos aprendendo, para quê e como. Percebemos que ficamos mais conscientes, e o “aprendizado” se torna cada vez maior, e mais importante. Quando realmente nos transformamos é porque estamos nos deixando guiar pelo que está dentro de nós, que é quase perfeito.

A partir daí fazemos o contacto com nossa Alma. Esse ser superior só poderá se manifestar se o receptor for adequado. Uma informação superior não será escutada por uma mente confusa.

(…)

Continua…

A saga continua

Do céu e do mar

Sei que muitos de vós esperaram ansiosamente pelo dia de hoje para continuar a ler a história sobre o nosso mundo interior, e portanto aqui fica mais um pedacinho … saboreiem!!

“ Escutar é importante. Quantas vezes não ouvimos algo a nos dizer: “não se aproxime”, “não vá”, “não faça”? Algumas vezes já o escutámos. Ás vezes a voz surge quando a nossa mente está  distraída ou em silêncio.

Para nos contactar com este mestre, precisamos estar a sós, quietos e em silêncio. Quando nos familiarizarmos com ele, aí vamos escutá-lo o tempo todo. O exercício de respiração é imprescindível para que a mente se aquiete. Respirar fundo, várias vezes. Um dia faremos a tentativa de perguntar algo e aí vem a resposta. Outro dia arriscamos a fazer o que ele diz.

Experimentando é a única forma de iniciar tal contato. À medida que formos contactando cada vez mais com o Mestre, vamos experimentando paz.

Quando identificamos uma dificuldade em nós, o Mestre vai nos apresentar esta dificuldade num contexto para que possamos vê-la tal como ela é  e nos vai permitir reconhecer a origem dessa dificuldade e vai nos ensinar a levar adiante o que conhecemos como nosso discernimento (poder ver as coisas como são, separá-las por partes, organizá-las e vê-las corretamente). Isso é discernir. É o Mestre que nos ajuda a discernir. Discernir é o que nos retira da ignorância (confusão mental).

Quando certos problemas começam a despertar certos temores que não nos deixam tomar decisões importantes ou dar passos mais largos, o Mestre nos ensina que não devemos negar os temores e sim reconhecê-los e enfrentá-los. É como um adulto orienta uma criança a perder o medo do escuro, com atenção, amor, carinho e ensinando a acalmá-la. Assim age o mestre. Ele chega, nos acalma e com amor nos faz entender que tudo está bem. Ele nos ajuda a transformar nossa mente através do amor, porque ele está conectado com o Essencial.

Também ele nos permite aceitar quando descobrimos que estamos experimentando nossas dificuldades nas energias capitais (orgulho, inveja, ira, cobiça…) e que às vezes nos parecem tão feias, mas que são partes da condição humana. Muitas vezes não aceitamos essas coisas em nós, e o Mestre nos mostra delicadamente, mas com firmeza, onde está nossa dificuldade e qual energia capital deve se manifestar em cada momento.

E por hoje é tudo…

Não fiquem ansiosos… na próxima semana haverá mais!

O nosso mundo interior

Do céu e do mar

Estou a candidatar-me a uma rescisão de contrato com justa causa, mesmo assim, bora em frente!!

Hoje, e tendo percebido que avancei depressa demais com o post anterior, vou retroceder e começar então pelo riquíssimo mundo interior.

Cá fica mais um copy/ paste que sei será do vosso agrado:

“Cada vez que fazemos um contacto interior, a Hierarquia nos acerca e nos enche de informações.  O mundo interior é onde se pode experimentar uma realidade perfeita. É um lugar dentro de nós que guarda informações vividas por nossos 3 corpos inferiores e os corpos subtis, de tudo o que somos e que vivemos. Nesse espaço se unem as informações e se organizam para desenvolver a aprendizagem que vivemos,  aprender daí e seguir crescendo.

Nesse lugar podemos identificar um aspecto que é o grande organizador de todas essas informações, e se chama o Mestre Interno (o Eu Superior). Quando o contactamos, ele se materializa nos planos internos a nos guiar. Ele nos dá segurança total e nos faz perder o medo. Ele nos conhece como ninguém e nos ama como somos, sem esperar recompensa. Ele é só um observador e este ciente de tudo que necessitamos. Por isso dizemos que lá vivemos a realidade perfeita.

Ele sabe o que vai e o que não vai servir. Está sempre alerta e vigilante. É um aspecto do nosso ser que sempre nos observa e nos mostra a verdade. Se quisermos, podemos tirá-lo de nossa vida, anulá-lo.

Ele é a ponte com a nossa alma, conhecedora do verdadeiro aprendizado, da vida real. Fora desta vida real, o que temos de disponível é a realidade da sociedade em que vivemos e que sabemos bem como ela orienta e onde nos deve levar. Muitas vezes é isso o que acontece, exactamente o oposto do que realmente viemos fazer.

Quando todo nosso ser estiver em contacto com nosso Mestre Interno, começamos a reconhecer, escutar, sentir e obedecer e o colocamos como guia de nossa vida. “

Por hoje chega, e desculpem os brasileirismos, mas não quis mexer muito no original…

Beijos e até prá semana, se Deus quiser…
Manuela