Sexta-feira

É o qu`eu digo...

Uma semana de trabalho completa, sem feriados, sem folgas, sem férias… deixa marcas no corpo!!! Agora, dois dias de descanso para recarregar baterias.

Um bom fim de semana… divirtam-se! 

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imagem encontrada |  gravillon.net

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Ilustrações de Joseph & Sebastian

É o qu`eu digo...

livecycle-illustrazioni_branding_urbancycling_1O Live Cycle é um projecto inovador que pretende levar a oficina até à bicicleta, um projecto apoiado na mobilidade sustentável que permite chamar ao domicílio um técnico para reparar qualquer problema relacionado com bicicletas.

 No sentido de dar maior visibilidade ao projecto o atelier de design Joseph & Sebastian criou um conjunto de belas ilustrações coloridas, num contexto da bicicleta em modo urbano, de forma a captar a atenção dos possíveis clientes.

E que belos desenhos conseguiram!

 

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fonte  |  Joseph & Sebastian

“Por vezes o normal pode ser extraordinário!”

É o qu`eu digo...

Virtualmente estamos a um passo de tudo, tudo nos chega “às mãos” de forma imediata, foi mais ou menos dessa forma que tropecei numa página de instagram que prometia bastante no campo gastronómico, a Lanchonete Portuguesa.

Como sabem, todas as minhas aventuras sobre rodas, ou a pé, têm de ter uma espécie de incentivo para os sentidos, uma espécie de cenoura na ponta da cana que me guie até ao alvo e este foi mais um desses casos!

Há longos meses que tinha vontade de me lançar à estrada para ir ao encontro destas iguarias e foi o que fiz na passada semana. Com um dia de descanso após o aniversário, com um dia de sol fantástico e uma paisagem que nunca desilude, decidi meter pés aos pedais e seguir até à Apúlia onde a Lanchonete Portuguesa tem portas abertas, mais precisamente na Rua do Cónego, mesmo defronte ao oceano Atlântico.

Uma viagem bastante atribulada, não pelo trajecto, mas pela anormalidade dos acontecimentos!!! Dizem que, quem anda à chuva, molha-se, logo, quem anda de bicicleta pode ter um furo no pneu.

Com vários anos de estrada, nunca tal me sucedeu, no entanto, ando sempre com uma câmara extra não vá o Diabo tece-las… mas não foi suficiente! Três, foi a conta que Deus fez… fiquei expert na mudança de câmaras de ar… e… aprimorei a técnica de desmontar, encher o pneu, montar, pedalar como se não houvesse amanhã e repetir isto de 500 em 500 metros durante alguns quilometros. No final do dia parecia que tinha andado a levantar ferro no ginásio!

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Resolvidos os dois furos lá cheguei… Sentei, fui simpaticamente atendido, a paisagem é relaxante, o espaço muito agradável, a cerveja geladinha…

Depois veio o hamburguer, tal e qual como nos oferecem nas fotos, delicioso, um fast-food requintado e cheio de sabor!!!

Valeu cada pedalada, valeu cada troca de pneu. Um local a ter em conta.

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Depois no regresso, mais um furo, mas o que é que isso importa quando vens com a alma cheia e o estômago bem composto?! Não importa nada, principalmente se estiveres prevenido com câmaras suplentes.

Lá na Lanchonete Portuguesa eles é que têm razão: “Por vezes o normal pode ser extraordinário!”

Fotos & Factos

É o qu`eu digo..., ZOOM

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foto  |  nelson branco

Igreja de Santo Ildefonso – Porto

“A Igreja Matriz de Santo Ildefonso tem cerca de 11.000 azulejos que ornam a frontaria e os lados das torres sineiras, da autoria de JORGE COLAÇO (o mesmo autor dos azulejos da Estação ferroviária de S. Bento, no Porto), datados de 31 de Dezembro de 1931, e representando cenas da vida de Santo Ildefonso e do Evangelho.

A Igreja de Santo Ildefonso tem oito belíssimos vitrais, do MESTRE ISOLINO VAZ e com a data de 1967.Preenchendo os vãos das grande janelas do espaço da assembleia e do coro e, ainda, os dois varandins da Capela-mor, os vitrais são uma extraordinária memória pedagógica dos passos mais significativos da história da salvação, em Jesus Cristo. Envolvendo a nave onde a assembleia do povo de Deus se reúne e a Capela-Mor, os vitrais da Igreja de Santo Ildefonso, iluminados ora pela luz solar, nas horas mais luminosas do dia ou ao entardecer, ora pela luz artificial, aquando das cerimónias ao cair da tarde ou já noite, fazem parte do louvor que o Homem presta ao seu Criador e Salvador, celebrando os mistérios da fé.

Ao nível de sinais, importa salientar as duas grandes telas de 5,80 x 4,30 metros suspensas nas paredes laterais, a meio da Igreja, que manifestam uma riqueza cromática notável, enquadrada dentro do estilo barroco português, e pintadas, entre 1785 e 1792, pelo autor DOMINGOS TEIXEIRA BARRETO, natural de Santo Ildefonso. Uma tela denomina-se “Santo Sacrifício” e a outra “Triunfo Eucarístico”. Estes dois grandes painéis foram restaurados em 1925 por Joaquim Lopes e Joaquim Vitorino, ocasião em que recobriram a castanho o ouro puro das grandiosas molduras. Resta, na actualidade, à Igreja Matriz mais este encargo: devolver à autenticidade e grandeza originais estas duas preciosidades, restaurando as telas e recuperando o ouro das molduras.

No coro alto, na parede do lado esquerdo, encontra-se instalado um órgão de tubos de autoria de MANUEL DE SÁ COUTO, datado de 1811. Tem 3 meio registos de palhetas horizontais, dois manuais com 54 teclas, 33 meio registos num total de 1092 tubos, além de pisantes para ligar Cheios e Palhetas. No dia 20 de Julho de 2006 foi inaugurado o restauro deste instrumento pela Oficina e Escola de Organaria Pedro Guimarães e Beate von Rohden.

O pavimento da nave encontra-se totalmente renovado com riga nova e a capela-mor restaurada com granito. À entrada encontra-se restos do antigo cemitério que, comum às Igrejas nos séculos passados, também existiu na Matriz de Santo Ildefonso. A primeira parte deste antigo cemitério corresponde ao primitivo adro da Igreja, pois como sabemos, até 1730, estava no exterior do templo. Com o avançar das obras, pela construção do baptistério e das duas torres sineiras, ficou incorporado na Igreja, a partir de 1739, rebaixado mais de quarenta centímetros, entulhado e coberto por um pavimento em mosaico que, com o tempo, se foi rompendo, chegando degradado aos finais do século passado.

Este adro tumular foi posto a descoberto em 1996, com o início de obras de repavimentação do nártex em 4 de Novembro desse mesmo ano.

A actual Igreja de Santo Ildefonso começou a ser edificada em 1709 e acabou (numa primeira fase, sem torres sineiras) em 1730. Desde esse ano até 1739, a comunidade paroquial e as suas instituições ganharam fôlego para a construção das torres sineiras e transpôs-se o pórtico de MDCCXXX para a frontaria da Igreja, criando-se um nártex. Portanto, a leitura de 1730 na porta principal da Igreja corresponde à primeira fase que se completou em 1739. Daí a razão da Igreja ter no fecho do seu telhado fronteiriço uma cruz atrás da outra, correspondendo às datas 1730 e 1739 – o que se pode constatar a partir da Praça da Batalha.
Para comemorar esta data importante da comunidade paroquial, as gentes de S. Ildefonso, com o apoio institucional e amigo da Junta de Freguesia, tem promovido, desde 2002, as FESTAS DE SANTO ILDEFONSO, em torno do 3º domingo de Julho, ao longo de 8 dias, numa vertente de cultura, lazer e fé:concertos de órgão, concertos populares, Procissão e Missa Solene. O ponto alto destas Festas é a grandiosa procissão, no domingo de encerramento, pelas Ruas principais da Baixa do Porto, e a Eucaristia solene”

fonte  |  santoildefonso.org