“Fintar o trânsito de trotineta, bicicleta ou a correr”

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Uma excelente reportagem do Jornal de Notícias sobre mobilidade urbana. Que podem ver aqui.

“Deixam o carro em casa porque não querem enfrentar o trânsito. Poupam tempo, paciência e ainda subtraem na conta do final do mês. Na cidade do Porto, há quem escolha ganhar qualidade de vida na ida para o trabalho. Vão de trotineta, bicicleta, de skate ou a correr, para evitar o carro a todo o custo. São apenas 16,5% dos portuenses, face aos mais de 60% que continuam a usar o carro como meio de transporte.”

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imagem  |  sustentarqui.com.br

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PASSEIO DE BICICLETAS COM CASTANHAS E VINHO

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“A Delegação Grande Porto/Norte da FPCUB – Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta convida todos os associados e amigos a participarem num passeio/convívio em bicicleta para celebrar o Outono e o São Martinho intitulado “Passeio de Bicicletas com castanhas e vinho”, a realizar-se no próximo dia 12 de Novembro às 15:00 horas em Vila Nova de Gaia.”

Para mais informações visitem a página da FPCUB

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Pedalada – Museu Marítimo de Ílhavo

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Uma proposta a pedais para quem estiver na zona de Aveiro no próximo fim de semana… ou a quem se quiser juntar. Parece um belo programa familiar promovido pelo ciclaveiro.

“O Ciclaveiro organiza no próximo dia 12 de novembro, domingo, uma pedalada desde o centro de Aveiro (Rossio) até ao Museu Marítimo de Ílhavo. Esta pedalada pretende levar os aveirenses a visitar de bicicleta um dos museus mais emblemáticos da Região da Ria de Aveiro. O Museu Marítimo de Ílhavo tem entrada gratuita no segundo domingo de cada mês, sendo 12 de novembro o próximo Dia Aberto. 

O MMI é testemunho da forte ligação dos ílhavos ao mar e à Ria de Aveiro. A pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova e Gronelândia, as fainas da Ria e a diáspora dos Ílhavos ao longo do litoral português são as referências patrimoniais do Museu. A cada um dos temas corresponde uma exposição permanente que oferece ao visitante a possibilidade de reencontrar inúmeros vestígios de um passado recente.

Local e hora de encontro: Rossio (Aveiro) – Junto aos Moliceiros, 13h45
Hora de partida: 14h00
Hora prevista de regresso ao Rossio: 17h00
Distância: 12 km (6 km em cada sentido)

Mais informações sobre as Pedaladas Ciclaveiro: http://ciclaveiro.pt/pedaladas/

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“Holanda transforma papel higiénico em asfalto para ciclistas”

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A Holanda utiliza celulose para endurecer o asfalto usado nas rodovias e ciclovias. No entanto, grande parte da celulose utilizada no país é incinerada depois de ser retirada nas estações de tratamento de água, já que é proveniente de papel higiénico. Felizmente, uma província holandesa encontrou uma maneira de não só reaproveitar esta celulose, mas também de usá-la como material principal em pavimento para bicicletas.

Leeuwarden, capital provincial da Frísia, passou a contar com um quilómetro de ciclovias ligando esta cidade à urbe mais próxima, Stiens, construídas com celulose terciária, extraída de papel higiénico reciclado.

Na Holanda, 180 mil toneladas de papel higiénica são deitadas fora no sistema de esgoto. Em vez de a incinerar, este material pode não só ser reaproveitado para a produção de superfícies asfaltada, como evitar a incineração permite impedir o envio de vários quilogramas de dióxido de carbono para a atmosfera. O asfalto feito com celulose terciária é indistinto do feito com celulose primária. Isto também permitiria ao estado holandês poupar até 32,4 milhões de euros por ano no transporte para a incineradora.”

fonte  |  www.motor24.pt

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imagem  |  www.johnsonandsonspaving.com

“Algarve quer atrair os turistas do pedal mas a ecovia é uma armadilha”

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“A Região de Turismo do Algarve (RTA) anunciou que vai dispor de 350 mil euros para promover a ecovia litoral — uma obra a decorrer há mais de uma dezena de anos mas que ainda não está concluída. A iniciativa da RTA insere-se nos projectos europeus do turismo ambiental, destinados a dar a conhecer a região a quem gosta de pedalar. O pior é que, nas actuais circunstâncias, há sérios riscos de atropelamento. Os ciclistas são empurrados para a Estrada Nacional (EN) 125, que está a ser requalificada para vir a ser uma via urbana, mas sem que haja espaço para circular de bicicleta.

O presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUV), José Manuel Caetano, lamenta as “lacunas e indefinições” quanto às políticas de mobilidade na região, em particular na questão da ecovia. Cada câmara, diz, gere à sua maneira o troço correspondente aos limites de cada um dos 16 concelhos, sem que haja uma entidade responsável por todo o percurso. O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (Amal), Jorge Botelho (também autarca de Tavira), reconhece que “tem havido alguns atrasos na conclusão das obras”, mas promete mudança de atitude: “Temos [Amal] uma candidatura de dois milhões de euros aprovada para concluir o projecto e vamos arrancar”. E Caetano exclama: “Façam qualquer coisa, já não há paciência para tanta espera”.

Há cerca de seis meses, a Região de Turismo do Algarve e a Amal apresentaram aos parceiros privados uma proposta para que fosse criada uma entidade externa para gerir a ecovia — os 200 quilómetros que vão da fronteira espanhola a Sagres. O projecto passaria por criar um “pacote” de turismo da natureza, inserindo nessa oferta a Via Algarviana, a rota pedestre que atravessa o interior da região, pela serra. A coordenadora do projecto desta via, Anabela Santos, da associação Almargem, comentou: “Espero ao menos que haja financiamento para garantir a manutenção desta via, que já é conhecida lá fora”. Juntar numa mesma entidade a gestão dos dois projectos, disse, “não teve receptividade junto da maioria dos parceiros privados”.

A Amal e a RTA anunciaram que, no curto prazo, vão assumir “sobretudo as acções de comunicação e promoção” da ecovia, que ficará ligada ao projecto Atlantic on Bike, liderado pelo departamento francês dos Pirenéus Atlânticos, envolvendo 18 parceiros de sete países. O orçamento dos 350 mil euros vai ser investido ao longo de 36 meses, beneficiando de uma taxa de co-financiamento comunitário de 75%.

Nesta altura, o mais importante, diz Paulo Carvalheiro, um professor que tem promovido as bicicletas nas escolas, “seria repor a sinalética que foi destruída e concluir o projecto ou vão promover uma obra que não está concluída?”. O troço mais difícil de percorrer, adianta, situa-se entre Faro e Olhão: “Os ciclistas são obrigados a circular na EN 125, uma autêntica armadilha”. Mas há outras zonas perigosas: Portimão

Lagos, Odeceixe/Mexilhoeira Grande e Altura (praia de Monte Gordo), exemplifica. Sobre as obras em curso na EN 125, critica que, “mais uma vez, se esqueceram dos ciclistas: basta ir a Boliqueime ver o que lá fizeram”.  “

fonte  |  publico.pt

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foto  |  sulinformacao.pt

Bicicleta elétrica criada em Portugal simplifica aluguer e ‘cuida’ da saúde

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“Autora do projeto que colocou um veículo elétrico com formato semelhante ao de um ovo a distribuir correio na cidade de Aveiro, a UOU mobility, uma jovem startup de São João da Madeira, revelou agora o seu próximo esforço no campo da mobilidade sustentada, na forma de uma bicicleta elétrica que tem como objetivo uma rede de partilha.

Fruto de mais um esforço na área da mobilidade, a UOU bike conta também com algumas inovações que procuram tornar esta bicicleta num veículo mais abrangente, plenamente integrado nas redes de partilha das grandes cidades, demarcando-se por ter um sensor que lhe permite não só analisar a qualidade do ar (em termos de CO2), mas também monitorizar a saúde do utilizador enquanto pedala, além de dispor de uma aplicação smartphone que lhe oferece outras funcionalidades.

Assim, a bicicleta tem uma solução integrada assente em GPS e GPRS que lhe permite ser ‘estacionada’ de forma virtual, um pouco à imagem do que já fazem algumas companhias do género que dispensam infraestruturas físicas para os procedimentos de levantamento ou de entrega. Desta forma, agiliza-se o processo de aluguer da bicicleta.

Sem fazer concessões em termos de design, a UOU bike está pensada para ser eficiente e leve, com o quadro a ser feito em alumínio, enquanto as rodas têm uma estrutura em magnésio. O motor elétrico de 250 Watts está integrado na roda traseira com um sensor de binário a avaliar de forma contínua o esforço do utilizador, ativando o motor elétrico auxiliar sempre que necessário. Sem grandes necessidades de manutenção e sem correia, a UOU bike confia ainda nos seus sensores avançados para gerir a carga da bateria de iões de lítio, a qual é fornecida pela Samsung. A autonomia ronda os 60 quilómetros, de acordo com a UOU.

Em termos de conectividade, a aplicação permite ainda um controlo rigoroso do aluguer da bicicleta, ao mesmo tempo que analisa o esforço do utilizador durante a sua viagem. Este conceito da UOU bike vai ser apresentado pela companhia lusa na próxima edição do Websummit, em Lisboa.”

fonte  | motor24.pt

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imagem  |  uoubike.com