Fotos & Factos

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foto  |  nelson branco

Igreja Matriz de Campo – Valongo

“Iniciada a sua construção já no século XX teve sagração em 1910. De arquitetura neoclássica integra elementos da antiga igreja que existiu no mesmo local. Do seu interior faz parte o mais rico conjunto de imaginária barroca do concelho de Valongo. Destacam-se os altares em talha dourada e imagens de santos de grande importância dada a sua antiguidade. De destacar também o teto da capela-mor com caixotões historiados com Mistérios do Rosário e cenas da vida do seu padroeiro, S. Martinho. As paredes interiores da capela-mor possuem painéis azulejares e o corpo da igreja possui paredes e teto pintados. Numa das sacristias encontram-se azulejos figurativos do séc. XVIII, dispostos aleatoriamente mas que deixam antever a relação com a vida de S. Jerónimo. O corpo da igreja possui planta retangular de uma só nave e tem torre sineira. A frontaria é revestida a azulejo branco com ornamentação figurativa azul com motivos religiosos. Arquitetonicamente inspira-se na igreja matriz de Valongo e esta por sua vez na igreja da Lapa, Porto. Nas imediações do templo encontramos cruzeiro, casa paroquial, centro social e paroquial, assim como a quinta fronteira, Quinta do Visconde, implantada em terrenos do antigo passal e agora pertencente à paróquia.”

fonte  |  cmvalongo

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Fotos & Factos

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foto  |  nelson branco

Mosteiro da Serra do Pilar – Vila Nova de Gaia

“O Mosteiro da Serra do Pilar foi criado após a reforma da Ordem dos Agostinianos, quando os monges do mosteiro de Grijó foram transferidos para a nova localização. Inicia-se em 1537 a construção deste novo mosteiro, que apresenta planta composta pela igreja, de planta circular, da capela-mor, de planta retangular, e do claustro, também de planta circular, todos dispostos sequencialmente. É considerado um dos mais notáveis edifícios da arquitectura clássica europeia devido à igreja e claustro circulares. Em 1809 o espaço do mosteiro foi ocupado pelas tropas de Wellington, quando foi planeado o ataque do exército português à cidade do Porto, então ocupada pelas tropas de Napoleão. Durante o século XX, o mosteiro foi objeto de diversas campanhas de obras de conservação e restauro e está abrangido pelo Centro Histórico do Porto, inscrito pela Unesco na Lista do Património Mundial. Aqui funciona atualmente o espaço de divulgação “Património a Norte” e é um dos melhores miradouros para o rio Douro e zonas históricas do Porto e Vila Nova de Gaia.”

fonte  |  culturanorte.pt

Fotos vintage

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O encanto do preto e branco, o encanto dos cenários, dos artigos em exposição, o requinte da publicidade, verdadeiras obras de arte, tudo cristalizado através da lente de uma câmara fotográfica.  Se a tudo isto juntarmos o fascínio que as bicicletas clássicas provocam, alcançamos fotos de excelência.

Estas e muitas outras, disponíveis neste excelente arquivo fotográfico.

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fonte  |  shorpy.com

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foto  |  nelson branco

Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição – Póvoa de Varzim

Forte primitivo

Pinho Leal, em Portugal Antigo e Moderno (1876) diz que se supõe que este pequeno e antigo fortim tinha sido edificado pelos anos de 1400, no reinado de João I de Portugal. No final da época quinhentista começaram a desenvolver-se as actividades ligadas à construção naval, na zona da Ribeira, zona em volta do “Forte de Torrão”. O fortim tinha sido edificado às expensas da Câmara Municipal, com a finalidade de proteger a florescente comunidade ligada às atividades mariítimas (mercadores, construtores navais e pescadores) do ataque de corsários. Esse primitivo forte ainda existia em 1685, quando estava guarnecido por um tenente, um condestável e dois artilheiros, nomeados pela autarquia.

A fortaleza setecentista

No último quartel do século XVII, diante da necessidade de uma melhor defesa do porto, o alcaide João de Almeira Rêgo, julgou ser melhor a construção de uma fortaleza. A primeira pedra da atual fortificação foi lançada em 1701, sob o reinado de Pedro II de Portugal. Os trabalhos pararam em 1703 por falta de verbas. Anos depois, chegara ao conhecimento de João V de Portugal que o porto da Póvoa de Varzim não oferecia segurança dada a paralisação das obras da fortificação havia muitos anos. O trabalhos foram retomados em 1738, quando D. Diogo de Sousa, filho de D. João de Sousa, Governador das Armas do Minho, recebeu ordens daquele soberano para concluir a fortaleza.

Por ter sido D. Diogo de Sousa o governador que concluiu a fortaleza em 1740, as armas da sua família foram colocadas sobre o Portão de Armas a 22 de Outubro daquele ano, dia dos anos do soberano. 

Do século XIX aos nossos dias

No século XIX, a fortificação conheceu alguma decadência, tendo o seu terrapleno sido usado para corridas de touros, espectáculos de cavalos e acrobatas. Em 1857, a Câmara Municipal sugeriu que o imóvel se tornasse num mercado e subdelegação da Alfândega, referindo que “o Castelo constitue uma potência feudal que é mister destruir-se.“. Em 1859 sugeriu novamente que se tornasse estação fiscal da delegação da Alfândega e escola primária da 2ª cadeira. Por volta de 1868 novo relatório informou que, como outras fortalezas do reino, esta quase não tinha artilharia sendo considerada há anos com tão limitada importância, que já se haviam construído casas na sua esplanada.

As suas dependências passaram então a ser o quartel da Guarda Fiscal, hoje denominada Brigada Fiscal da Guarda Nacional Republicana (GNR). Todos os anos, até aos nossos dias, ocorre na fortaleza a procissão da Nossa Senhora da Conceição do Castelo, na noite de 7 para 8 de Dezembro. A Brigada Fiscal deixou em Fevereiro de 2010 a fortaleza. Desde então o “castelo” está fechado. A Câmara aguarda a transferência do imóvel, protocolada com o Estado desde 1999. Existe um projecto, de autoria do arquitecto Rui Bianchi, da Câmara Municipal, para a instalação de bares e restaurantes no seu interior.

fonte  |  Wikipédia

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É o qu`eu digo..., ZOOM

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foto  |  nelson branco

Empresa das Lousas de Valongo SA – Campo e Sobrado (Valongo)

“A Empresa das Lousas de Valongo, SA foi fundada em 1865 para abastecer Inglaterra e os Estados Unidos de ardósia para telhados, pavimentos e revestimentosmaterial isolante e pedras para bilhares.

Hoje em dia, a produção incide no fabrico de chapas e ladrilhos clivados, serrados e polidos, embora continue a especializar-se nos produtos acabados, atrás referidos.

Os mercados principais são Alemanha, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Japão e Inglaterra.

A “Pedreira da Milhária” é a pedreira mais antiga em actividade de que há registo em Portugal, possuindo 15 ha de área extractiva e reservas para vários anos. A ELV é ainda proprietária de mais de 100ha de área extractiva na faixa lousífera de Valongo, possuindo grandes reservas. A Milhária é a maior exploração a céu aberto de ardósia em Portugal, sendo a extracção quase totalmente mecanizada.

 Toda a ardósia comercializada é extraída da mesma pedreira, por extracção a céu aberto e degraus direitos descendentes.

A pedreira está assente numa estrutura intitulada “anticlinal de Valongo”, que permitiu o afloramento da ardósia e a sua exploração à superfície. A ardósia data do período Ordovícico, aproximadamente com 450 milhões de anos.

 A ELV tem realizado grandes investimentos nas áreas de extracção e transformação, o que lhe permite estar na vanguarda da produção de ardósia, oferecendo uma elevada gama de produtos com uma qualidade reconhecida mundialmente.

 A ardósia é extraída, na pedreira, em grandes blocos de, aproximadamente 16 tonelada que, depois de cuidadosamente inspeccionados são seleccionados e encaminhados para os sectores da transformação.”

fonte  |  valongoslate.pai.pt