Bunyan Velo magazine

Informativo

Hoje deixo-vos uma proposta de leitura – Bunyan Velo magazine.

A Bunyan Velo é uma revista criada em 2012 por Lucas Winzenburg onde são reunidas fotografias fantásticas e histórias sobre o prazer das viagens de bicicleta. Estão disponíveis versões integrais que podem ser lidas online aqui.

Boas leituras…

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imagens  |  bunyanvelo.com

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Fotos & Factos

É o qu`eu digo..., ZOOM

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foto  |  nelson branco

Empresa das Lousas de Valongo SA – Campo e Sobrado (Valongo)

“A Empresa das Lousas de Valongo, SA foi fundada em 1865 para abastecer Inglaterra e os Estados Unidos de ardósia para telhados, pavimentos e revestimentosmaterial isolante e pedras para bilhares.

Hoje em dia, a produção incide no fabrico de chapas e ladrilhos clivados, serrados e polidos, embora continue a especializar-se nos produtos acabados, atrás referidos.

Os mercados principais são Alemanha, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Japão e Inglaterra.

A “Pedreira da Milhária” é a pedreira mais antiga em actividade de que há registo em Portugal, possuindo 15 ha de área extractiva e reservas para vários anos. A ELV é ainda proprietária de mais de 100ha de área extractiva na faixa lousífera de Valongo, possuindo grandes reservas. A Milhária é a maior exploração a céu aberto de ardósia em Portugal, sendo a extracção quase totalmente mecanizada.

 Toda a ardósia comercializada é extraída da mesma pedreira, por extracção a céu aberto e degraus direitos descendentes.

A pedreira está assente numa estrutura intitulada “anticlinal de Valongo”, que permitiu o afloramento da ardósia e a sua exploração à superfície. A ardósia data do período Ordovícico, aproximadamente com 450 milhões de anos.

 A ELV tem realizado grandes investimentos nas áreas de extracção e transformação, o que lhe permite estar na vanguarda da produção de ardósia, oferecendo uma elevada gama de produtos com uma qualidade reconhecida mundialmente.

 A ardósia é extraída, na pedreira, em grandes blocos de, aproximadamente 16 tonelada que, depois de cuidadosamente inspeccionados são seleccionados e encaminhados para os sectores da transformação.”

fonte  |  valongoslate.pai.pt

Fotos & Factos

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fotos  |  nelson branco

Mural da Seca do Bacalhau – Vila do Conde

“A recuperação do mural de arte urbana que regista a tradição vila-condense da seca do bacalhau foi terminada nesta terça-feira, pelas mãos de Isabel Lhano e Luís Costa. O acto de vandalismo na parte lateral do edifício onde foi feito o mural, pouco tempo depois da pintura estar terminada, obrigou ao seu restauro por parte da artista de Vila do Conde.

O mural onde surgem longas fileiras de bacalhau e mulheres que trabalhavam na seca do bacalhau tem presente esta ideia através da frase “Este foi o mar das mulheres. Aqui se glorificam e aqui naufragaram” do escritor Valter Hugo Mãe, que viveu em Vila do Conde.

O edifício que serviu de tela para a artista Isabel Lhano está localizado na antiga zona da seca do bacalhau em Vila do Conde e a parte lateral incluia o retrato de uma das mulheres que trabalhava nesta área antes de ser vandalizado.

O mural foi terminado em Agosto do ano passado e foi iniciativa da Câmara Municipal de Vila do Conde que pretendia assim dar destaque às mulheres que trabalharam durante a sua vida nesta área. O projecto artístico de Isabel Lhano foi executado pelo Núcleo de Arte Urbana de Vila do Conde, por Marco Castiço e Luís Costa.”

fonte  |  publico.pt

A tal foto!

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Acontece frequentemente passar por determinados locais, principalmente aqui onde vivo, e pensar que dariam bons registos com a Dona Isaura. Esta fachada é um desses locais, pela sua singularidade, uma habitação revestida “à moda antiga”, com ardósia, o que a torna especial e quase espécie única numa terra em que a pedra negra já foi rainha.

Há largos meses que por aqui vou passando na tentativa de fazer um registo fotográfico, mas sempre sem sucesso, havia sempre algo a descompor a bela composição… quase sempre carros, por sinal, feios!

Nunca desistindo, lá chegou o dia de ter toda a fachada só para mim… aqui fica o registo.

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Stanko Abadzic

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Stanko Abadzic, nasceu em 1952, em VUkovar, na Croacia, trabalhou como repórter num dos mais importantes jornais do seu país, o Vjesnik, e o seu trabalho tem como “imagem de marca” a presença da bicicleta.

Segundo o próprio, o uso da bicicleta na sua atividade profissional é uma mais valia que permite andar por caminhos onde os carros não têm acesso. 

Procura com o seu trabalho mostrar a cidade longe dos icons turísticos e deixa isso claro quando diz: Procuro o que ninguém vê, o que desaparecerá.